Um dedo de prosa

Eu escrevo porque preciso. Escrevo porque transbordo.

Amamentar é revolucionário

Por Raisa Arruda, Psicóloga (CRP 11/07646) Ele mama, enquanto eu brinco de morder sua fofura, ele se desmancha em sorrisos enquanto mama, e eu me desmancho em amor. Amar não é fácil, quando você vive numa cultura que te bombardeia com imposições para se centrar em si própria, amar dói porque te rasga ao avesso, […] Read more…

 

Pelo direito de ser mãe.

Esses dias me deparei constantemente com várias reclamções maternas, e resumidamente tinham a vê com a falta de espaço para maternidade. Sim, falta espaço, porque aquele espaço kids de shopping e restaurante não serve, a propaganda enaltecendo a escravidão materna como algo bom, é quase um discurso medieval para manter os servos na posição de […] Read more…

 

Primeiro aniversário!

Estou em débito de posts por todo o mês de março! Antes de começar Abril e novos posts (já tenho uma lista que chegou em 20 tópicos para posts de Abril à Junho! UHUL!), queria também atualizar alguns assuntos né? Daqui a pouco faz um mês que Hugo aniversariou e eu não comentei absolutamente nada […] Read more…

 

Super Crianças

  “A criança de hoje precisa ser um herói para conseguir passar pela infância sem se perder durante as longas tempestades que se assombra através do consumo exacerbado, das tecnologias fora de hora, medicalização, massificação, sexualização, obesidade, desnutrição, fome, sede, guerra , toxidades do ar e dos alimentos, da falta d’água, da violência das ruas […] Read more…

 

Uma competição sem vencedores

Quando encontramos alguém que faz algo que gostamos ou admiramos muito melhor do que nós conseguimos fazer, pode ser um estímulo imenso para tentarmos buscar nosso melhor, e nesse sentido a competição pode servir para aflorar nosso melhor, certo? Às vezes a competição nem é declarada, mas são competições pessoais, que traçamos sozinhos, quando desejamos […] Read more…

 

E quando deixamos de ser filhos para sermos pais?

Quando nasce um bebê, nasce toda uma reconfiguração familiar. Os filhos passam a ser pais, os pais passam a ser avós, e um bebê nasce cheio de lugares e papéis a preencher: filho, neto, sobrinho, afilhado, etc. Aos pais cabe o papel de cuidar, educar, e adquirir responsabilidade sobre àquela fica que está sob tutela […] Read more…

 

Como que as outras dão conta?

Eu não sou uma mãe paranóica que deseja a perfeição, por uma razão muito simples, não dá pra dar conta. E me poupo da tentativa, porque não tô aqui pra perder tempo de vida sofrendo, quero mais ser feliz e desejo com todas as minhas forças que meu filho também seja. E pra mim a […] Read more…

 

o lirismo da maternidade

Um dia desses vi um compartilhamento falando de um dos meus posts, e achei interessante o ponto de vista da pessoa que compartilhou. Ela dizia que falamos da maternidade com muita poesia, e deixando de lado os traumas, como se fosse possível crescer sem traumas, e que os traumas são necessários. Foi com um post […] Read more…

 
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