Month: fevereiro 2015

Uma competição sem vencedores

Quando encontramos alguém que faz algo que gostamos ou admiramos muito melhor do que nós conseguimos fazer, pode ser um estímulo imenso para tentarmos buscar nosso melhor, e nesse sentido a competição pode servir para aflorar nosso melhor, certo? Às vezes a competição nem é declarada, mas são competições pessoais, que traçamos sozinhos, quando desejamos […] Read more…

 

E quando deixamos de ser filhos para sermos pais?

Quando nasce um bebê, nasce toda uma reconfiguração familiar. Os filhos passam a ser pais, os pais passam a ser avós, e um bebê nasce cheio de lugares e papéis a preencher: filho, neto, sobrinho, afilhado, etc. Aos pais cabe o papel de cuidar, educar, e adquirir responsabilidade sobre àquela fica que está sob tutela […] Read more…

 

Como que as outras dão conta?

Eu não sou uma mãe paranóica que deseja a perfeição, por uma razão muito simples, não dá pra dar conta. E me poupo da tentativa, porque não tô aqui pra perder tempo de vida sofrendo, quero mais ser feliz e desejo com todas as minhas forças que meu filho também seja. E pra mim a […] Read more…

 

o lirismo da maternidade

Um dia desses vi um compartilhamento falando de um dos meus posts, e achei interessante o ponto de vista da pessoa que compartilhou. Ela dizia que falamos da maternidade com muita poesia, e deixando de lado os traumas, como se fosse possível crescer sem traumas, e que os traumas são necessários. Foi com um post […] Read more…

 
Raisa Arruda ~ 2018